Sábado, 15 de Novembro de 2008

O mar de Outono

 

 

O mar plano, liso como a palma da mão

 

Azul escuro... escuro... e calmo....

 

 O sol de Outono brilha muito forte

 

Trespassa as arvores de Outono doiradas

 

A natureza tem disto...

 

Parece mansa ....

 

Mas parece um inquiridor....

 

Que fazes aqui?

 

Porque me olhas?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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publicado por ligeirinha às 08:27
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12 comentários:
De poetaporkedeusker a 17 de Novembro de 2008 às 17:01
Linda, linda! Toda contente por "quebrar o espelho"... estou, também, toda contente por ter participado, embora ainda não saiba se a Velucia recebeu o meu texto... sempre quero ver como é que cada um quebra o seu espelho!
É que isto tem uma enorme multiplicidade de leituras! Eu quebrei o meu espelho social, mas há imensos espelhos por quebrar dentro de cada um, no meu entender...
Estás melhor? Pareces sempre óptima!
Abraço grande, grande!
De ligeirinha a 17 de Novembro de 2008 às 17:29
Oh poeta não sei por onde lhe pegar!
É preciso falar de espelho?
Estou ansiosa , por não saber fazer.....que responsabilidade!!!!
Hoje sinto-me melhor sim ,mas não "boa", ainda estou na canja e cheia de medo de comer.....
Beijinhos!
De poetaporkedeusker a 17 de Novembro de 2008 às 22:17
Não tem responsabilidade por aí além, Ligeirinha! Terás de perguntar à Velucia se é necessário falar em espelho... eu falo, mas só no final. É a última palavra... é a simbologia que o espelho tiver para ti! Para mim, naquele texto, teve uma conotação meramente social, mas é passível de muitíssimas abordagens! Olha, eu já fiz outro. É um poema de rima livre. Ainda não sei se a Velucia o quer ou se o uso como post de amanhã... logo se vê! Mas estar ansiosa por causa de um poema ou de um texto??? Deixa fluir!
Um grande, grande abraço para ti!
De cateespero a 16 de Novembro de 2008 às 14:48
Inês,
"...Que fazes aqui?..." Estou de visita a este teu encantador espaço! Bom Domingo! Beijos. António
De ligeirinha a 16 de Novembro de 2008 às 16:37
Que bom ter espreitado, gosto muito destas visitas. Obrigada!
De poetaporkedeusker a 16 de Novembro de 2008 às 00:42
Vês como tu dizes tudo, tudo, mesmo sem métrica?
E a maior das maravilhas está nestas "nuances" que "o aquilo que somos" imprime às coisas para as quais olhamos. Para mim a Natureza surge sempre apelativa, como se já me conhecesse muito bem e apenas aguardasse o momento de nos fundirmos. Sempre, sempre foi assim.
Também vais escrever no "Quebrar o Espelho"? Vi que foste convidada...
Abraço grande, grande.
De ligeirinha a 16 de Novembro de 2008 às 10:33
Obrigada pelo comentário. Vou ganhando confiança.
O "Quebrar o espelho" da Velucia já li, mas não percebi que era convite, tenho que ler muito melhor. Ela foi muito querida com o seu comentário. Passei pelas rosas, mas também não sabia como colaborar. Olha ando assim ......sem estimulo. Beijinhos. o Chron voltou, também não ajuda....
De poetaporkedeusker a 16 de Novembro de 2008 às 14:49
Esse fulano é uma peste! Não se lhe pode dar confiança nenhuma! Mas aquele "Quebrando o Espelho" é interessantíssimo! Eu já sei o que vou dizer sobre o assunto, mas ainda não tive tempo para escrever sobre isso porque a Lupa está noutra daquelas "fases" em que quer ir à rua de 5 em 5 minutos... não consigo parar para me concentrar um pouco! Estou cansada!
Beijinho grande!
De Velucia a 15 de Novembro de 2008 às 18:37
Ola Inêz

Sabe que apesar de não conhecer seu país, pude ver-me na mesma imagem a qual você descreveu.
Como é interessante nossa mente.
Aproveito para fazer o convite a ir no meu blog e ler o post "Quebrando o Espelho" e lanço o desafio para que vocês escrevam algo sobre o que entenderam daquele texto.

Espero que aceite.

Um abraço.
De ligeirinha a 16 de Novembro de 2008 às 10:37
Velucia foste muito querida com o teu comentário. E só agora mesmo, lendo o comentário da poeta, percebi que era um convite!Adorei ! Mas não sei se sou capaz, vou tentar com muito orgulho! Beijinho! E se vier a Portugal , avise primeiro, ok? Eu também nunca fui ao Brasil e é um sonho que tenho que realizar.....Beijos
De CARLOS MAGALHÃES a 15 de Novembro de 2008 às 09:30
Olà Inês
Sabe com esse " mar de outono " voçê fez-me relembrar muitos dos meus passeios de fim de semana,que iam de casa dos meus pais na Foz até à casa dos meus sogros em Nevogilde.Percorrer essa "cordinha"(avenida de D.Carlos I,praia das Pastoras,Avenida Brasil e Montevideu) toda e apanhar esse sol de outono e vêr o mar là ao longe bem azul.Aqui onde estou,para o fazer teria de fazer uns bons 100 Kms para vêr o Mar do Norte.Paciênçia.
in "Poesias" de Olavo Bilac hà um poema intitulado "Em uma tarde de Outono" que descreve exactamente este "estado de alma".
"-Outono.Em frente ao mar.Escancaro as janelas
Sobre o jardim calada,e as àguas miro,absorto.........."
Um abraço e um bom fim de semana para si .

De ligeirinha a 15 de Novembro de 2008 às 12:40
Olá Carlos . Acabei mesmo agora de fazer esse trajecto....está lindo de morrer e está muito calor. Mas como dizia senti também esse lado inquisidor do mar...lá para as bandas do Castelo do Queijo, é uma beleza , arrasadora, a maré está baixíssima e as gaivotas espreguiçam-se nas lagoas que o mar deixou. Nós somos uns intrometidos neste espectáculo só delas!!
Um grande abraço fozeiro cheiinho de sol!

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