Sábado, 27 de Setembro de 2008

A leveza do Outono

 

Amanhece frio

 

O ar é finissimo...

 

No céu azul translucido, sem uma nuvem

 

Nasce timidamente o sol...

 

As arvores começam a deixar cair os braços..

 

Cansadas do Verão...

 

Lá vai uma folha ...mais outra...

 

Numa despedida anual...

 

Os pinheiros mansos, esses, estão imponentes...

 

Olham as outras arvores sem comiseração.....

 

Pois sabem que serão as unicas que prevalecerão com folhas verdes

 

Todo o ano...!!!!

 

O silêncio é de oiro.....

 

Vagamente se ouve uma galinha cacarejendo a postura....

 

Oa cães cumprimentam-se através do vale....

 

...do Homem...

 

Ouve-se um ou outro foguete...

 

Suponho que seja para festejar...

 

Este encantador e suave dia de Outono...!!!!

 

sinto-me: Tranquila
publicado por ligeirinha às 09:24
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8 comentários:
De magnolia a 2 de Outubro de 2008 às 18:53
É a minha primeira visita, e gostei :-)

Um beijinho

De ligeirinha a 3 de Outubro de 2008 às 16:38
Obrigada pela visita!Espero que seja a primeira de
de muitas!
beijinhos!
De cateespero a 1 de Outubro de 2008 às 11:15
Ola Amiga!
É sempre bom passar algum tempo neste seu blogue, a apreciar as maravilhas que publica. Continue com toda a força. Beijos! António
De CARLOS MAGALHÃES a 28 de Setembro de 2008 às 20:38
Olà Inês
" Se um dia làgrimas vierem ao rosto,não pense no porquê!
Pense nas folhas do Outono,elas não caem porque querem,e sim porque chegou a hora."
(Raphael Bacellar)

Os meus cumprimentos.

(Espero que tenha lido o meu mail)
De ligeirinha a 29 de Setembro de 2008 às 09:27
Claro que li o seu mail e gostei muito...!
Espero que continuemos a falar, gosto muito dos meus amigos!
As poesias é mais uma teimosia com a nossa poeta , ela não corrige , que era o que eu queria....diz só para ir escrevendo......Beijos!
De poetaporkedeusker a 27 de Setembro de 2008 às 16:08
Afinal sempre levaste o portátil! Não consigo não gostar do que tu escreves, por muito que digas que não o sabes fazer...
Vou-te contar uma coisa que se passou quando eu tinha os meus 15 anos. Escrevia muito, muito, muito, nessa altura. Tinha uma sbenta enorme cheínha de poemas e num dia em que fui à rua da Sociedade Farmacêutica, a casa do "tio" Nemésio e da Gabriela, levei-a comigo. Lancha-se, fala-se do avô que estava a recuperar da sua primeira trombose e, às tantas, eu peço-lhe para "deitar um olhinho" à sebenta dos poemas. Sempre distraído, lá deita uma olhadela em diagonal. Depois lê um pouco. Lê mais umas "coisas". a seguir entrega-me a sebenta e diz, sem grandes contemplações:
- Tira as reticências todas e podes publicar!
Fiquei triste. Logo eu que gostava de exgerar nas pontuações, como se elas fossem assim tão importantes... sentia que davam força aos poemas (ainda hoje sinto o mesmo...) e tornavam as palavras mais verídicas, mais presentes, como coisas vivas.
Mais tarde emprestei a sebenta a uma colega que a queria mostrar à explicadora. Chegaram as férias e nunca mais voltei a ver essa colega ou a sebenta...
Mas não segui o conselho, como podes ver. Penso que a pontuação ou a sua quase ausência, personalizam a escrita de cada um. Por isso eu gosto das tuas reticências. E sei que, de vez em quando, elas te escapam, sem que dês por isso... e vou aprendendo.
Um abraço de cometa, do fundo do coração.
De ligeirinha a 27 de Setembro de 2008 às 17:20
Oh poeta! Sinto-me lisonjeada ! A sério!!!
Eu que nem sei o que dá com quê...como tu ! Que sabes que a 1ª dá com a 4ª e coisas dificílimas !!!!
eu sento-me e escrevo o que penso, muito raramente mudo , só se for um erro ortográficos.Má nada!
Andei ás castanhas como os cachopos do nosso tempo, com um pau! Adorei , tempo de mim para mim...
Beijo grande!
De poetaporkedeusker a 28 de Setembro de 2008 às 02:41
Ligeirinha, eu faço poesia desde os meus primmeiros anos de vida e em verdade te digo que é muito mais fácil fazer um bom soneto do que um bom pooema de rima livre.
Beijinho!

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